Pular para o conteúdo

PIB — Atividade Econômica

Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, esmiuçadas pelas faces do circuito macroeconômico.

Referência: 1T26 · IBC-Br até 2026-05

PIB 1T26 (QoQ SA)
+1,1%
vs trimestre anterior, com ajuste sazonal
Variação interanual
+1,8%
vs mesmo trimestre do ano anterior
Carrego para 2026
+1,4%
−0,6 p.p.vs mediana Focuscrescimento já contratado com 1 trim divulgado
Acumulado 4 trimestres
+2,0%
ritmo dos últimos 12 meses

Produção

ótica da oferta — quem produz

O tamanho real da economia

Índice de volume com ajuste sazonal (base 1995 = 100): o PIB, sua tendência (PIB potencial, filtro HP) e o investimento (FBCF). Faixas cinzas = recessões CODACE/FGV-IBRE.

Giro 15/06/26Dado T1/26

PIB cresceu 1,8% em 12 meses no 1T26 — maior motor: Exportações (+1,3 p.p.)

O que puxou (e o que segurou) o crescimento? Contribuição ponderada de cada componente em pontos percentuais — as barras somam (≈) a linha do PIB.

Giro 15/06/26Dado 01/02/26

A economia cresceu neste trimestre — e o ritmo está acima do normal?

Painel de cima: variação trimestral com ajuste sazonal (o número-manchete do IBGE) contra a mediana de 10 anos. Painel de baixo: variação interanual, com as recessões datadas pelo CODACE sombreadas.

Variação trimestral (ajuste sazonal)

Variação interanual (YoY)

Giro 15/06/26Dado 01/02/26

O que a prévia mensal indica para o PIB do trimestre corrente?

IBC-Br (proxy mensal do BCB) e PIB oficial, ambos com ajuste sazonal e rebasados para média de 2019 = 100. O PIB entra em degraus no mês central de cada trimestre.

IBC-Br mai/26 (MoM SA)

+0,07%

vs mês anterior

YoY (mm3)

+1,7%

tendência interanual suavizada

3m/3m anualizada

+2,9%

ritmo trimestralizado (SAAR)

Giro 15/06/26Dado 01/05/26

Quais setores sustentam a oferta da economia?

Índice de volume com ajuste sazonal, rebasado para média de 2019 = 100 — quem já recuperou (e superou) o pré-pandemia.

Giro 15/06/26Dado 01/02/26

Onde está o crescimento — e onde não está

Mapa de calor: 4 medidas de variação × os 17 setores da oferta no 2026-T01. Verde = expansão, vermelho = queda; a intensidade é a magnitude.

AgroIndústriaExtrat.Transf.Eletr.Constr.ServiçosComércioTransp.InfoFinanc.Imob.Out.serv.Adm.púb.VAImpostosPIB
QoQ SA
+2,0
+1,0
+3,6
+0,1
−0,3
+2,9
+0,5
+0,6
−0,7
+2,4
−0,6
+1,2
+0,8
+0,4
+1,0
+1,1
YoY
+0,7
+1,6
+13,1
−0,9
−1,7
+1,3
+2,1
+1,0
+0,7
+7,6
+2,8
+2,9
+2,4
+1,1
+1,8
+1,9
+1,8
Acum 4T
+7,5
+1,3
+11,5
−0,9
−1,2
+0,1
+1,8
+0,8
+2,0
+6,6
+2,8
+2,2
+2,1
+0,6
+2,0
+1,4
+2,0
Acum ano
+0,7
+1,6
+13,1
−0,9
−1,7
+1,3
+2,1
+1,0
+0,7
+7,6
+2,8
+2,9
+2,4
+1,1
+1,8
+1,9
+1,8
Giro 15/06/26Dado T1/26

Quanto cada setor pesa no PIB

Participação no PIB nominal (% do valor) no 1T26 e a variação do peso, em pontos percentuais, frente a dez anos atrás. Verde = ganhou espaço; vermelho = perdeu.

SetorPeso no PIBΔ vs 1T16
Valor adicionado a preços básicos
85,8%
−0,01 p.p.
Serviços total
59,3%
−3,24 p.p.
Indústria total
19,5%
+2,00 p.p.
Outros serviços
15,0%
−0,17 p.p.
Impostos líquidos sobre produtos
14,2%
+0,01 p.p.
Admin, saúde, educação públicas
13,6%
−0,70 p.p.
Indústria de transformação
11,1%
+1,16 p.p.
Comércio
9,2%
−1,77 p.p.
Atividades financeiras
7,7%
+0,72 p.p.
Atividades imobiliárias
7,7%
−0,97 p.p.
Agropecuária
7,1%
+1,24 p.p.
Construção
3,3%
−1,26 p.p.
Transporte e armazenagem
3,1%
−0,62 p.p.
Informação e comunicação
3,1%
+0,27 p.p.
Indústria extrativa
2,8%
+2,04 p.p.
Eletricidade, gás e água
2,3%
+0,05 p.p.

Variação do peso entre 1T16 e 1T26, em pontos percentuais do PIB nominal.

Giro 15/06/26Dado T1/26

Serviços dominam a estrutura da economia

Peso de cada setor no PIB nominal (1T26): serviços × indústria × agro × impostos, e o detalhe dentro de serviços.

Grandes setores (% do PIB)

  • Serviços59,3%
  • Indústria19,5%
  • Impostos s/ produtos14,2%
  • Agropecuária7,1%

Dentro de serviços (% do PIB)

  • Outros serviços15,0%
  • Adm., saúde, educ. púb.13,6%
  • Comércio9,2%
  • Atividades financeiras7,7%
  • Atividades imobiliárias7,7%
  • Transporte3,1%
  • Informação e comunic.3,1%
Giro 15/06/26Dado 1T26

PIB a preços de mercado sob a lupa

Escolha o recorte da oferta e a transformação: nível (índice de volume SA ou R$ reais de 1995), ritmo (YoY, acum 4T, QoQ SA) ou peso na economia (% do PIB nominal). Faixas cinzas (só nos níveis) = recessões CODACE/FGV-IBRE.

Giro 15/06/26Dado T1/26

Tabela mestra da oferta — 1T26

Os 17 setores da oferta (ordem da SCN) × nível, variação e peso, no trimestre mais recente. Nas taxas, verde = expansão e vermelho = queda; PIB, valor adicionado e impostos em realce.

SetorÍndice vol. SAR$ real SA (mi)YoYAcum. 4TAcum. anoQoQ SAPeso %PIB
Agropecuária297,026.268+0,7%+7,5%+0,7%+2,0%7,1%
Indústria total146,560.444+1,6%+1,3%+1,6%+1,0%19,5%
Indústria extrativa283,63.128+13,1%+11,5%+13,1%+3,6%2,8%
Indústria de transformação117,030.023−0,9%−0,9%−0,9%+0,1%11,1%
Eletricidade, gás e água218,68.164−1,7%−1,2%−1,7%−0,3%2,3%
Construção160,017.225+1,3%+0,1%+1,3%+2,9%3,3%
Serviços total206,6211.899+2,1%+1,8%+2,1%+0,5%59,3%
Comércio171,723.911+1,0%+0,8%+1,0%+0,6%9,2%
Transporte e armazenagem172,78.964+0,7%+2,0%+0,7%−0,7%3,1%
Informação e comunicação488,618.118+7,6%+6,6%+7,6%+2,4%3,1%
Atividades financeiras251,840.539+2,8%+2,8%+2,8%−0,6%7,7%
Atividades imobiliárias240,936.248+2,9%+2,2%+2,9%+1,2%7,7%
Outros serviços208,348.176+2,4%+2,1%+2,4%+0,8%15,0%
Admin, saúde, educação públicas162,541.398+1,1%+0,6%+1,1%+0,4%13,6%
Valor adicionado a preços básicos194,0296.195+1,8%+2,0%+1,8%+1,0%85,8%
Impostos líquidos sobre produtos+1,9%+1,4%+1,9%14,2%
PIB a preços de mercado197,3348.297+1,8%+2,0%+1,8%+1,1%
Giro 15/06/26Dado T1/26

Demanda

ótica da despesa — quem gasta

A corrida dos componentes da despesa

Índice de volume com ajuste sazonal de cada peça da demanda, rebasado para a média de 2019 = 100 — a trajetória de cada componente desde o pré-pandemia, com o PIB (tracejado) como régua. Importações como volume = demanda interna por bens de fora (alta = mais vazamento).

Giro 15/06/26Dado 01/02/26

Estrutura da demanda: pesos no PIB

Quanto cada componente da despesa pesa no PIB no 1T26, na identidade C + G + I + X − M. Barras ordenadas pela magnitude do peso. Importações entram subtraindo (vazamento, em vermelho).

Peso no PIB nominal

  • Consumo das famílias63,2%
  • Consumo do governo18,4%
  • Formação Bruta de Capital Fixo16,5%
  • Importaçõesvazamento (−)16,3%
  • Exportações16,0%
  • Variação de estoque2,3%
Giro 15/06/26Dado T1/26

Abertura comercial: exportações, importações e saldo externo

Exportações e importações como % do PIB nominal e o saldo (X − M) em pontos percentuais do PIB. Saldo acima de zero = superávit comercial de bens e serviços nas Contas Nacionais.

Giro 15/06/26Dado T1/26

Consumo das famílias sob a lupa

Escolha o componente da demanda e a transformação: nível (índice de volume SA ou R$ reais de 1995), ritmo (YoY, acum 4T, QoQ SA) ou peso na economia (% do PIB nominal). Faixas cinzas (só nos níveis) = recessões CODACE/FGV-IBRE.

Giro 15/06/26Dado T1/26

Tabela mestra da demanda — 1T26

Os 6 componentes da demanda (ótica da despesa, ordem da SCN) × nível, variação e peso, no trimestre mais recente. Nas taxas, verde = expansão e vermelho = queda. Importações entram como vazamento (alta subtrai do PIB).

ComponenteÍndice vol. SAR$ real SA (mi)YoYAcum. 4TAcum. anoQoQ SAPeso %PIB
Consumo das famílias209,6235.628+1,7%+1,2%+1,7%+1,0%63,2%
Consumo do governo166,761.564+2,8%+2,3%+2,8%+0,4%18,4%
Formação Bruta de Capital Fixo181,765.047−1,4%+0,4%−1,4%+3,5%16,5%
Variação de estoque2,3%
Exportações406,954.072+7,4%+7,6%+7,4%−1,7%16,0%
Importações322,753.857+1,2%+1,7%+1,2%+4,4%16,3%
Giro 15/06/26Dado T1/26

Renda

distribuição da renda, poupança e investimento

Da produção à renda disponível

Cascata das contas econômicas integradas no 1T26, em % do PIB. Cada real produzido (PIB = 100) percorre a sequência contábil até sobrar (ou faltar) financiamento. Verde soma, vermelho subtrai.

PIB
100,0
Renda do exterior (salários + propriedade)
−3,12
Renda nacional bruta
96,9
Outras transferências correntes (líq.)
+0,21
Renda nacional disponível bruta
97,1
Despesa de consumo final
−81,63
Poupança bruta
15,5
Investimento (FBC) e contas de capital
−18,72
Capacidade / necessidade de financiamento
-3,3
Conta% do PIB
PIB100,00
(+) Salários (líq. do exterior) (+) Rendas de propriedade (líq. do exterior)−3,12
Renda nacional bruta96,88
(+) Outras transferências correntes (líq. do exterior)+0,21
Renda nacional disponível bruta97,09
(−) Despesa de consumo final−81,63
Poupança bruta15,46
(−) Formação bruta de capital (+) Cessão de ativos não financeiros não produzidos (+) Transferências de capital (líq.)−18,72
Capacidade / necessidade de financiamento-3,26
Giro 15/06/26Dado T1/26

A cunha tributária da estrutura nominal do PIB

Na oferta, PIB = Valor adicionado + Impostos líquidos sobre produtos. Peso no PIB nominal dos grandes setores que produzem o valor adicionado, mais a cunha de impostos, no 1T26.

Peso no PIB nominal — 1T26

  • Serviços total59,3%
  • Indústria total19,5%
  • Agropecuária7,1%
  • Impostos líquidos sobre produtoscunha tributária14,2%

Valor adicionado a preços básicos = 85,8% do PIB; a cunha de impostos líquidos sobre produtos responde por 14,2%. É essa cunha que separa o que os setores produzem (valor adicionado) do PIB a preços de mercado.

Giro 15/06/26Dado T1/26

Parte da renda gerada no Brasil vaza para o exterior

A Renda Nacional Bruta (o que os residentes ganham) fica abaixo do PIB (o que se produz aqui): a diferença remunera capital estrangeiro — juros, lucros e dividendos enviados ao resto do mundo. A linha mostra RNB como % do PIB; tudo abaixo de 100 é renda que escapa.

Vazamento de renda — 1T26

calculado
−3,1 p.p.

Fórmula: RNB / PIB − 100

Quanto a renda dos residentes (RNB) ficou abaixo (negativo) ou acima (positivo) do que a economia produziu (PIB). No Brasil é tipicamente negativo: parte da renda gerada aqui remunera capital estrangeiro e sai do país.

RNB: Renda Nacional Bruta — renda apropriada pelos residentes
p.p.: pontos percentuais do PIB

Componente principal: rendas de propriedade ao exterior

oficial
−3,1 p.p.

Rendas de propriedade líquidas (juros, lucros e dividendos) recebidas do exterior, em % do PIB — o grande motor do vazamento. Salários líquidos do exterior somam +0,0 p.p. e quase não pesam.

Rendas de propriedade: juros, lucros e dividendos pagos/recebidos entre residentes e o resto do mundo
Giro 15/06/26Dado T1/26

A composição da economia se recompõe década a década

Participação de cada subsetor no PIB nominal (% do valor, a preços correntes), trimestre a trimestre. As linhas mostram quem ganha e quem perde espaço — sem ruído dos agregados Indústria/Serviços.

Giro 15/06/26Dado T1/26

Tabela mestra da renda — 1T26

A sequência da renda da economia, do PIB à capacidade (ou necessidade) de financiamento, no trimestre mais recente. Em R$ correntes e como % do PIB; as linhas de resultado (=) destacam cada subtotal da cascata.

ContaR$ milhões% do PIB
Produto Interno Bruto3.250.979100,0%
(+) Salários (líquidos recebidos do exterior)3230,0%
(+) Rendas de propriedade (líquidas recebidas do exterior)-101.651-3,1%
(=) Renda nacional bruta3.149.65196,9%
(+) Outras transferências correntes (líquidas recebidas do exterior)6.7160,2%
(=) Renda nacional disponível bruta3.156.36797,1%
(-) Despesa de consumo final2.653.67481,6%
(=) Poupança bruta502.69215,5%
(-) Formação bruta de capital608.26718,7%
(+) Cessão de ativos não financeiros não produzidos (aquisições líquidas)-436-0,0%
(+) Transferências de capital (líquidas recebidas do exterior)310,0%
(=) Capacidade / necessidade líquida de financiamento-105.980-3,3%
Giro 15/06/26Dado T1/26

Financiamento

como o país se financia (conta financeira)

O Brasil ainda depende de financiamento externo

Capacidade (+) ou necessidade (−) líquida de financiamento da economia (B.9), o saldo da conta financeira desde 2010, em R$ bilhões. Acima de zero, o país é poupador líquido; abaixo, a poupança interna não cobre o investimento e recorre ao resto do mundo.

Giro 15/06/26Dado T1/26

A qualidade do financiamento: o IDP cobre quanto da necessidade?

Necessidade líquida de financiamento (B.9, quase sempre negativa) e Investimento Direto no País (IDP), em R$ bilhões — acumulado de 4 trimestres (fluxo anualizado).

Cobertura atual do IDP sobre a necessidade de financiamento

calculado
131,5%

Fórmula: IDP ÷ |B.9| × 100 (acum. 4 trimestres)

No 1T26, o IDP cobre mais de 100% da necessidade líquida de financiamento — a economia financia toda a necessidade com capital produtivo estável, o que caracteriza financiamento de qualidade.

B.9: Capacidade (+) ou necessidade (−) líquida de financiamento da economia — saldo das contas externas pela ótica financeira.
IDP: Investimento Direto no País — entrada de capital produtivo (participação/empréstimos intercompanhia); fonte estável de financiamento.
Giro 15/06/26Dado T1/26

Quem financia o país, e com qual instrumento

Entrada de recursos por instrumento financeiro (variação do passivo, soma móvel de 4 trimestres), em R$ bilhões. Barras ordenadas pela magnitude do fluxo. Positivo = captação líquida (entra financiamento); negativo = amortização líquida. F.5 é dinheiro de sócio (equity); F.3 é dinheiro de credor (títulos de dívida).

Entrada de recursos por instrumento (passivo, acum. 4T)

  • F.5 — Participações de capital (equity)sócio (equity)+R$ 348,8 bi
  • F.3 — Títulos de dívidacredor (dívida)+R$ 186,0 bi
  • F.7 — Derivativos financeiros−R$ 141,8 bi
  • F.8 — Outras contas a receber/pagar+R$ 99,3 bi
  • F.4 — Empréstimos+R$ 70,5 bi
  • F.2 — Moeda e depósitos+R$ 15,3 bi
  • F.6 — Seguros e previdência+R$ 0,0 bi
Giro 15/06/26Dado T1/26

A conta financeira fecha o PIB: B.9 por instrumento

Fluxo acumulado em 4 trimestres até 1T26 (R$ bilhões). Para cada instrumento F.1…F.8: ativo (saída), passivo (entrada) e líquido (ativo − passivo). A soma dos líquidos é a capacidade/necessidade líquida de financiamento da economia (B.9).

Líquido por instrumento (= B.9)

  • F.1 Ouro monetário e DES+29,3
  • F.2 Numerário e depósitos+13,0
  • F.6 Seguros e previdência−0,4
  • F.7 Derivativos financeiros−19,6
  • F.8 Outras contas a receber/pagar−57,1
  • F.3 Títulos de dívida−61,1
  • F.4 Empréstimos−66,9
  • F.5 Participações de capital e fundos−153,3
Σ líquidos F.1…F.8
−316,2R$ bi
soma das barras (líquido)
B.9 — necessidade de financiamento
−316,2R$ bi
publicado (SIDRA 2205)
Resíduo da reconciliação
0,0R$ bi
Σ − B.9 (arredondamento)

A barra de cada instrumento é sua contribuição líquida ao B.9. À direita (verde) o instrumento adicionou poupança líquida ao sistema; à esquerda (vermelho) drenou — a soma fecha o B.9 acima.

Giro 15/06/26Dado T1/26

Tabela mestra da conta financeira — 1T26

Cada instrumento financeiro (B.9, IDP e a sequência F.1 a F.8) por aquisição de ativos, emissão de passivos e líquido, no acumulado de 4 trimestres. B.9 e o total em realce; subitens indentados sob o instrumento-pai. Valores em R$ bilhões — B.9 negativo = necessidade de financiamento.

InstrumentoAtivo (R$ bi)Passivo (R$ bi)Líquido (R$ bi)
B.9 — Capacidade (+) / necessidade (−) líquida de financiamento-316,2
IDP — Investimento direto no país415,7
F.1 — Ouro monetário e DES29,3
F.2 — Moeda e depósitos28,415,313,0
F.3 — Títulos de dívida124,9186,0-61,1
F.31 — Títulos de curto prazo10,6-4,515,1
F.32 — Títulos de longo prazo114,3190,5-76,3
F.4 — Empréstimos3,670,5-66,9
F.41 — Empréstimos de curto prazo2,2-52,154,3
F.42 — Empréstimos de longo prazo1,5122,7-121,2
F.5 — Participações de capital e fundos de investimento195,5348,8-153,3
F.6 — Seguros, previdência e garantias padronizadas-0,4-0,0-0,4
F.7 — Derivativos financeiros e opções de compra de ações-161,4-141,8-19,6
F.8 — Outras contas a receber / a pagar42,299,3-57,1
F.81 — Créditos comerciais e adiantamentos-39,999,3-139,2
F.89 — Outras contas a receber / a pagar (n.e.)82,1
Total — variação líquida de ativos / passivos262,1578,2-316,2
Giro 15/06/26Dado T1/26

Síntese

expectativas, per capita e o fecho macro

Mercado espera 2,0% para 2026

Mediana das projeções do boletim Focus ao longo do tempo de coleta. A linha navy é o carrego estatístico: o crescimento que o ano já garante se a economia ficar parada daqui em diante.

Giro 15/06/26Dado 12/06/26

Como o crescimento esperado se compara com o histórico?

Barras sólidas: crescimento anual realizado. Barras translúcidas: mediana Focus mais recente, com a dispersão das projeções (±1 desvio-padrão) como whisker.

Giro 15/06/26

O brasileiro médio está ficando mais rico?

Em 2023, o PIB por habitante cresceu +2,8% em termos reais (R$ 51.694 por pessoa no ano). A diferença para a linha do PIB total é o crescimento populacional.

Giro 15/06/26Dado 01/12/23

Análise completa — PIB em quatro transformações

Variação sobre o mesmo trimestre do ano anterior

TrimestreQoQ SAYoYAcum. anoAcum. 4T
1T26+1,1%+1,8%+1,8%+2,0%
4T25+0,3%+1,8%+2,3%+2,3%
3T25+0,1%+1,8%+2,4%+2,7%
2T25+0,3%+2,4%+2,7%+3,3%
1T25+1,3%+3,1%+3,1%+3,6%
4T24+0,1%+3,6%+3,4%+3,4%
3T24+0,9%+4,1%+3,4%+3,1%
2T24+1,7%+3,5%+3,0%+2,7%
Giro 15/06/26Dado 01/02/26
Ficha técnica — fontes e metodologia

Fontes e séries. IBGE/SIDRA — Contas Nacionais Trimestrais (10 tabelas): 5932 (variações), 1620/1621 (índice de volume NS/SA), 6612/6613 (valores reais a preços de 1995), 1846 (valores correntes e % do PIB nominal), 2072 (contas econômicas/renda), 2205 (conta financeira), 6726/6727 (taxas de poupança e investimento), 6784 (per capita anual). BCB: SGS 24363/24364 (IBC-Br NS/SA), Olinda (Focus PIB Total). Recessões: cronologia CODACE/FGV-IBRE.

Metodologia. PIB potencial = filtro Hodrick-Prescott (λ=1600) sobre o log do índice de volume. Contribuições ao crescimento: peso nominal t-4 × variação real YoY (importações com sinal trocado); índices de volume encadeados são não-aditivos (o resíduo absorve a diferença — nunca forçamos a soma). Pipeline: data-pipeline/python/build_atividade_pib.py · GitHub Actions atividade-pipeline.yml.