PIB — Atividade Econômica
Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, esmiuçadas pelas faces do circuito macroeconômico.
Referência: 2T26 · IBC-Br até 2026-05
Produção
ótica da oferta — quem produz
O tamanho real da economia
Índice de volume com ajuste sazonal (base 1995 = 100): o PIB, sua tendência (PIB potencial, filtro HP) e o investimento (FBCF). Faixas cinzas = recessões CODACE/FGV-IBRE.
PIB cresceu 2,0% em 12 meses no 2T26 — maior motor: Exportações (+0,7 p.p.)
O que puxou (e o que segurou) o crescimento? Contribuição ponderada de cada componente em pontos percentuais — as barras somam (≈) a linha do PIB.
A economia cresceu neste trimestre — e o ritmo está acima do normal?
Painel de cima: variação trimestral com ajuste sazonal (o número-manchete do IBGE) contra a mediana de 10 anos. Painel de baixo: variação interanual, com as recessões datadas pelo CODACE sombreadas.
Variação trimestral (ajuste sazonal)
Variação interanual (YoY)
O que a prévia mensal indica para o PIB do trimestre corrente?
IBC-Br (proxy mensal do BCB) e PIB oficial, ambos com ajuste sazonal e rebasados para média de 2019 = 100. O PIB entra em degraus no mês central de cada trimestre.
IBC-Br mai/26 (MoM SA)
+0,07%
vs mês anterior
YoY (mm3)
+1,7%
tendência interanual suavizada
3m/3m anualizada
+2,9%
ritmo trimestralizado (SAAR)
Quais setores sustentam a oferta da economia?
Índice de volume com ajuste sazonal, rebasado para média de 2019 = 100 — quem já recuperou (e superou) o pré-pandemia.
Onde está o crescimento — e onde não está
Mapa de calor: 4 medidas de variação × os 17 setores da oferta no 2026-T02. Verde = expansão, vermelho = queda; a intensidade é a magnitude.
| Agro | Indústria | Extrat. | Transf. | Eletr. | Constr. | Serviços | Comércio | Transp. | Info | Financ. | Imob. | Out.serv. | Adm.púb. | VA | Impostos | PIB | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| QoQ SA | +2,8 | +0,1 | +3,4 | −0,4 | −1,1 | −0,4 | +0,2 | 0,0 | +1,1 | +2,1 | −0,3 | +0,2 | 0,0 | −0,4 | +0,5 | +0,5 | |
| YoY | +6,8 | +1,5 | +12,0 | −0,9 | −0,5 | +1,0 | +1,5 | +0,9 | +1,2 | +8,4 | +1,0 | +2,2 | +1,1 | +0,9 | +1,9 | +2,5 | +2,0 |
| Acum 4T | +6,2 | +1,4 | +12,2 | −1,1 | −0,6 | +0,3 | +1,7 | +0,8 | +2,0 | +7,1 | +2,2 | +2,3 | +1,7 | +0,8 | +1,9 | +1,7 | +1,9 |
| Acum ano | +3,6 | +1,6 | +12,5 | −0,9 | −1,1 | +1,1 | +1,8 | +1,0 | +0,9 | +8,0 | +1,9 | +2,6 | +1,7 | +1,0 | +1,9 | +2,2 | +1,9 |
Quanto cada setor pesa no PIB
Participação no PIB nominal (% do valor) no 2T26 e a variação do peso, em pontos percentuais, frente a dez anos atrás. Verde = ganhou espaço; vermelho = perdeu.
| Setor | Peso no PIB | Δ vs 2T16 |
|---|---|---|
| Valor adicionado a preços básicos | 85,8% | −0,70 p.p. |
| Serviços total | 59,2% | −3,23 p.p. |
| Indústria total | 20,6% | +2,24 p.p. |
| Outros serviços | 15,0% | −0,05 p.p. |
| Impostos líquidos sobre produtos | 14,2% | +0,70 p.p. |
| Admin, saúde, educação públicas | 13,6% | −1,16 p.p. |
| Indústria de transformação | 11,6% | +0,64 p.p. |
| Comércio | 9,6% | −1,35 p.p. |
| Atividades financeiras | 7,5% | +0,72 p.p. |
| Atividades imobiliárias | 7,4% | −0,99 p.p. |
| Agropecuária | 6,0% | +0,29 p.p. |
| Indústria extrativa | 3,9% | +3,15 p.p. |
| Informação e comunicação | 3,1% | +0,32 p.p. |
| Construção | 3,1% | −1,36 p.p. |
| Transporte e armazenagem | 3,0% | −0,73 p.p. |
| Eletricidade, gás e água | 2,1% | −0,19 p.p. |
Variação do peso entre 2T16 e 2T26, em pontos percentuais do PIB nominal.
Serviços dominam a estrutura da economia
Peso de cada setor no PIB nominal (2T26): serviços × indústria × agro × impostos, e o detalhe dentro de serviços.
Grandes setores (% do PIB)
- Serviços59,2%
- Indústria20,6%
- Impostos s/ produtos14,2%
- Agropecuária6,0%
Dentro de serviços (% do PIB)
- Outros serviços15,0%
- Adm., saúde, educ. púb.13,6%
- Comércio9,6%
- Atividades financeiras7,5%
- Atividades imobiliárias7,4%
- Informação e comunic.3,1%
- Transporte3,0%
PIB a preços de mercado sob a lupa
Escolha o recorte da oferta e a transformação: nível (índice de volume SA ou R$ reais de 1995), ritmo (YoY, acum 4T, QoQ SA) ou peso na economia (% do PIB nominal). Faixas cinzas (só nos níveis) = recessões CODACE/FGV-IBRE.
Tabela mestra da oferta — 2T26
Os 17 setores da oferta (ordem da SCN) × nível, variação e peso, no trimestre mais recente. Nas taxas, verde = expansão e vermelho = queda; PIB, valor adicionado e impostos em realce.
| Setor | Índice vol. SA | R$ real SA (mi) | YoY | Acum. 4T | Acum. ano | QoQ SA | Peso %PIB |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Agropecuária | 307,4 | 27.191 | +6,8% | +6,2% | +3,6% | +2,8% | 6,0% |
| Indústria total | 147,0 | 60.643 | +1,5% | +1,4% | +1,6% | +0,1% | 20,6% |
| Indústria extrativa | 294,4 | 3.246 | +12,0% | +12,2% | +12,5% | +3,4% | 3,9% |
| Indústria de transformação | 116,5 | 29.900 | −0,9% | −1,1% | −0,9% | −0,4% | 11,6% |
| Eletricidade, gás e água | 216,3 | 8.077 | −0,5% | −0,6% | −1,1% | −1,1% | 2,1% |
| Construção | 159,4 | 17.161 | +1,0% | +0,3% | +1,1% | −0,4% | 3,1% |
| Serviços total | 206,7 | 212.075 | +1,5% | +1,7% | +1,8% | +0,2% | 59,2% |
| Comércio | 171,6 | 23.900 | +0,9% | +0,8% | +1,0% | 0,0% | 9,6% |
| Transporte e armazenagem | 174,7 | 9.071 | +1,2% | +2,0% | +0,9% | +1,1% | 3,0% |
| Informação e comunicação | 499,9 | 18.538 | +8,4% | +7,1% | +8,0% | +2,1% | 3,1% |
| Atividades financeiras | 250,4 | 40.306 | +1,0% | +2,2% | +1,9% | −0,3% | 7,5% |
| Atividades imobiliárias | 241,3 | 36.309 | +2,2% | +2,3% | +2,6% | +0,2% | 7,4% |
| Outros serviços | 207,5 | 47.995 | +1,1% | +1,7% | +1,7% | 0,0% | 15,0% |
| Admin, saúde, educação públicas | 161,8 | 41.220 | +0,9% | +0,8% | +1,0% | −0,4% | 13,6% |
| Valor adicionado a preços básicos | 195,0 | 297.676 | +1,9% | +1,9% | +1,9% | +0,5% | 85,8% |
| Impostos líquidos sobre produtos | — | — | +2,5% | +1,7% | +2,2% | — | 14,2% |
| PIB a preços de mercado | 198,2 | 349.886 | +2,0% | +1,9% | +1,9% | +0,5% | — |
Demanda
ótica da despesa — quem gasta
A corrida dos componentes da despesa
Índice de volume com ajuste sazonal de cada peça da demanda, rebasado para a média de 2019 = 100 — a trajetória de cada componente desde o pré-pandemia, com o PIB (tracejado) como régua. Importações como volume = demanda interna por bens de fora (alta = mais vazamento).
Estrutura da demanda: pesos no PIB
Quanto cada componente da despesa pesa no PIB no 2T26, na identidade C + G + I + X − M. Barras ordenadas pela magnitude do peso. Importações entram subtraindo (vazamento, em vermelho).
Peso no PIB nominal
- Consumo das famílias61,7%
- Consumo do governo19,5%
- Exportações17,5%
- Importaçõesvazamento (−)16,2%
- Formação Bruta de Capital Fixo16,1%
- Variação de estoque1,5%
Abertura comercial: exportações, importações e saldo externo
Exportações e importações como % do PIB nominal e o saldo (X − M) em pontos percentuais do PIB. Saldo acima de zero = superávit comercial de bens e serviços nas Contas Nacionais.
Consumo das famílias sob a lupa
Escolha o componente da demanda e a transformação: nível (índice de volume SA ou R$ reais de 1995), ritmo (YoY, acum 4T, QoQ SA) ou peso na economia (% do PIB nominal). Faixas cinzas (só nos níveis) = recessões CODACE/FGV-IBRE.
Tabela mestra da demanda — 2T26
Os 6 componentes da demanda (ótica da despesa, ordem da SCN) × nível, variação e peso, no trimestre mais recente. Nas taxas, verde = expansão e vermelho = queda. Importações entram como vazamento (alta subtrai do PIB).
| Componente | Índice vol. SA | R$ real SA (mi) | YoY | Acum. 4T | Acum. ano | QoQ SA | Peso %PIB |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Consumo das famílias | 208,3 | 234.184 | +0,5% | +0,9% | +1,1% | −0,4% | 61,7% |
| Consumo do governo | 167,4 | 61.847 | +3,1% | +2,8% | +2,9% | +0,4% | 19,5% |
| Formação Bruta de Capital Fixo | 183,6 | 65.739 | +1,4% | −0,2% | 0,0% | +1,2% | 16,1% |
| Variação de estoque | — | — | — | — | — | — | 1,5% |
| Exportações | 402,4 | 53.467 | +3,8% | +8,0% | +5,5% | −0,8% | 17,5% |
| Importações | 328,8 | 54.877 | +5,5% | +2,1% | +3,4% | +1,8% | 16,2% |
Renda
distribuição da renda, poupança e investimento
Da produção à renda disponível
Cascata das contas econômicas integradas no 2T26, em % do PIB. Cada real produzido (PIB = 100) percorre a sequência contábil até sobrar (ou faltar) financiamento. Verde soma, vermelho subtrai.
| Conta | % do PIB |
|---|---|
| PIB | 100,00 |
| (+) Salários (líq. do exterior) (+) Rendas de propriedade (líq. do exterior) | −2,44 |
| Renda nacional bruta | 97,56 |
| (+) Outras transferências correntes (líq. do exterior) | +0,19 |
| Renda nacional disponível bruta | 97,75 |
| (−) Despesa de consumo final | −81,16 |
| Poupança bruta | 16,59 |
| (−) Formação bruta de capital (+) Cessão de ativos não financeiros não produzidos (+) Transferências de capital (líq.) | −17,65 |
| Capacidade / necessidade de financiamento | -1,06 |
A cunha tributária da estrutura nominal do PIB
Na oferta, PIB = Valor adicionado + Impostos líquidos sobre produtos. Peso no PIB nominal dos grandes setores que produzem o valor adicionado, mais a cunha de impostos, no 2T26.
Peso no PIB nominal — 2T26
- Serviços total59,2%
- Indústria total20,6%
- Agropecuária6,0%
- Impostos líquidos sobre produtoscunha tributária14,2%
Valor adicionado a preços básicos = 85,8% do PIB; a cunha de impostos líquidos sobre produtos responde por 14,2%. É essa cunha que separa o que os setores produzem (valor adicionado) do PIB a preços de mercado.
Parte da renda gerada no Brasil vaza para o exterior
A Renda Nacional Bruta (o que os residentes ganham) fica abaixo do PIB (o que se produz aqui): a diferença remunera capital estrangeiro — juros, lucros e dividendos enviados ao resto do mundo. A linha mostra RNB como % do PIB; tudo abaixo de 100 é renda que escapa.
Vazamento de renda — 2T26
calculadoFórmula: RNB / PIB − 100
Quanto a renda dos residentes (RNB) ficou abaixo (negativo) ou acima (positivo) do que a economia produziu (PIB). No Brasil é tipicamente negativo: parte da renda gerada aqui remunera capital estrangeiro e sai do país.
Componente principal: rendas de propriedade ao exterior
oficialRendas de propriedade líquidas (juros, lucros e dividendos) recebidas do exterior, em % do PIB — o grande motor do vazamento. Salários líquidos do exterior somam +0,0 p.p. e quase não pesam.
A composição da economia se recompõe década a década
Participação de cada subsetor no PIB nominal (% do valor, a preços correntes), trimestre a trimestre. As linhas mostram quem ganha e quem perde espaço — sem ruído dos agregados Indústria/Serviços.
Tabela mestra da renda — 2T26
A sequência da renda da economia, do PIB à capacidade (ou necessidade) de financiamento, no trimestre mais recente. Em R$ correntes e como % do PIB; as linhas de resultado (=) destacam cada subtotal da cascata.
| Conta | R$ milhões | % do PIB |
|---|---|---|
| Produto Interno Bruto | 3.425.728 | 100,0% |
| (+) Salários (líquidos recebidos do exterior) | 432 | 0,0% |
| (+) Rendas de propriedade (líquidas recebidas do exterior) | -84.027 | -2,5% |
| (=) Renda nacional bruta | 3.342.133 | 97,6% |
| (+) Outras transferências correntes (líquidas recebidas do exterior) | 6.588 | 0,2% |
| (=) Renda nacional disponível bruta | 3.348.722 | 97,8% |
| (-) Despesa de consumo final | 2.780.558 | 81,2% |
| (=) Poupança bruta | 568.163 | 16,6% |
| (-) Formação bruta de capital | 603.642 | 17,6% |
| (+) Cessão de ativos não financeiros não produzidos (aquisições líquidas) | -893 | -0,0% |
| (+) Transferências de capital (líquidas recebidas do exterior) | 26 | 0,0% |
| (=) Capacidade / necessidade líquida de financiamento | -36.346 | -1,1% |
Financiamento
como o país se financia (conta financeira)
O Brasil ainda depende de financiamento externo
Capacidade (+) ou necessidade (−) líquida de financiamento da economia (B.9), o saldo da conta financeira desde 2010, em R$ bilhões. Acima de zero, o país é poupador líquido; abaixo, a poupança interna não cobre o investimento e recorre ao resto do mundo.
A qualidade do financiamento: o IDP cobre quanto da necessidade?
Necessidade líquida de financiamento (B.9, quase sempre negativa) e Investimento Direto no País (IDP), em R$ bilhões — acumulado de 4 trimestres (fluxo anualizado).
Cobertura atual do IDP sobre a necessidade de financiamento
calculadoFórmula: IDP ÷ |B.9| × 100 (acum. 4 trimestres)
No 2T26, o IDP cobre mais de 100% da necessidade líquida de financiamento — a economia financia toda a necessidade com capital produtivo estável, o que caracteriza financiamento de qualidade.
Quem financia o país, e com qual instrumento
Entrada de recursos por instrumento financeiro (variação do passivo, soma móvel de 4 trimestres), em R$ bilhões. Barras ordenadas pela magnitude do fluxo. Positivo = captação líquida (entra financiamento); negativo = amortização líquida. F.5 é dinheiro de sócio (equity); F.3 é dinheiro de credor (títulos de dívida).
Entrada de recursos por instrumento (passivo, acum. 4T)
- F.5 — Participações de capital (equity)sócio (equity)+R$ 371,4 bi
- F.7 — Derivativos financeiros−R$ 163,5 bi
- F.3 — Títulos de dívidacredor (dívida)+R$ 163,1 bi
- F.8 — Outras contas a receber/pagar+R$ 119,2 bi
- F.4 — Empréstimos+R$ 93,8 bi
- F.2 — Moeda e depósitos+R$ 17,2 bi
- F.6 — Seguros e previdência+R$ 0,0 bi
A conta financeira fecha o PIB: B.9 por instrumento
Fluxo acumulado em 4 trimestres até 2T26 (R$ bilhões). Para cada instrumento F.1…F.8: ativo (saída), passivo (entrada) e líquido (ativo − passivo). A soma dos líquidos é a capacidade/necessidade líquida de financiamento da economia (B.9).
Líquido por instrumento (= B.9)
- F.2 Numerário e depósitos+64,1
- F.1 Ouro monetário e DES+28,9
- F.6 Seguros e previdência−0,4
- F.7 Derivativos financeiros−23,0
- F.3 Títulos de dívida−34,7
- F.8 Outras contas a receber/pagar−79,5
- F.4 Empréstimos−89,2
- F.5 Participações de capital e fundos−165,6
A barra de cada instrumento é sua contribuição líquida ao B.9. À direita (verde) o instrumento adicionou poupança líquida ao sistema; à esquerda (vermelho) drenou — a soma fecha o B.9 acima.
Tabela mestra da conta financeira — 2T26
Cada instrumento financeiro (B.9, IDP e a sequência F.1 a F.8) por aquisição de ativos, emissão de passivos e líquido, no acumulado de 4 trimestres. B.9 e o total em realce; subitens indentados sob o instrumento-pai. Valores em R$ bilhões — B.9 negativo = necessidade de financiamento.
| Instrumento | Ativo (R$ bi) | Passivo (R$ bi) | Líquido (R$ bi) |
|---|---|---|---|
| B.9 — Capacidade (+) / necessidade (−) líquida de financiamento | — | -299,4 | — |
| IDP — Investimento direto no país | — | 473,1 | — |
| F.1 — Ouro monetário e DES | 28,9 | — | — |
| F.2 — Moeda e depósitos | 81,3 | 17,2 | 64,1 |
| F.3 — Títulos de dívida | 128,5 | 163,1 | -34,7 |
| F.31 — Títulos de curto prazo | 10,0 | -1,3 | 11,3 |
| F.32 — Títulos de longo prazo | 118,5 | 164,4 | -46,0 |
| F.4 — Empréstimos | 4,6 | 93,8 | -89,2 |
| F.41 — Empréstimos de curto prazo | 2,3 | -60,0 | 62,3 |
| F.42 — Empréstimos de longo prazo | 2,2 | 153,8 | -151,6 |
| F.5 — Participações de capital e fundos de investimento | 205,8 | 371,4 | -165,6 |
| F.6 — Seguros, previdência e garantias padronizadas | -0,4 | -0,0 | -0,4 |
| F.7 — Derivativos financeiros e opções de compra de ações | -186,5 | -163,5 | -23,0 |
| F.8 — Outras contas a receber / a pagar | 39,7 | 119,2 | -79,5 |
| F.81 — Créditos comerciais e adiantamentos | -32,4 | 119,2 | -151,6 |
| F.89 — Outras contas a receber / a pagar (n.e.) | 72,1 | — | — |
| Total — variação líquida de ativos / passivos | 301,8 | 601,2 | -299,4 |
Síntese
expectativas, per capita e o fecho macro
Mercado espera 1,9% para 2026
Mediana das projeções do boletim Focus ao longo do tempo de coleta. A linha navy é o carrego estatístico: o crescimento que o ano já garante se a economia ficar parada daqui em diante.
Como o crescimento esperado se compara com o histórico?
Barras sólidas: crescimento anual realizado. Barras translúcidas: mediana Focus mais recente, com a dispersão das projeções (±1 desvio-padrão) como whisker.
O brasileiro médio está ficando mais rico?
Em 2023, o PIB por habitante cresceu +2,8% em termos reais (R$ 51.694 por pessoa no ano). A diferença para a linha do PIB total é o crescimento populacional.
Análise completa — PIB em quatro transformações
Variação sobre o mesmo trimestre do ano anterior
| Trimestre | QoQ SA | YoY | Acum. ano | Acum. 4T |
|---|---|---|---|---|
| 2T26 | +0,5% | +2,0% | +1,9% | +1,9% |
| 1T26 | +1,1% | +1,8% | +1,8% | +2,0% |
| 4T25 | +0,2% | +1,8% | +2,3% | +2,3% |
| 3T25 | +0,1% | +1,8% | +2,4% | +2,7% |
| 2T25 | +0,4% | +2,4% | +2,7% | +3,3% |
| 1T25 | +1,3% | +3,1% | +3,1% | +3,6% |
| 4T24 | +0,1% | +3,6% | +3,4% | +3,4% |
| 3T24 | +0,9% | +4,1% | +3,4% | +3,1% |
Ficha técnica — fontes e metodologia
Fontes e séries. IBGE/SIDRA — Contas Nacionais Trimestrais (10 tabelas): 5932 (variações), 1620/1621 (índice de volume NS/SA), 6612/6613 (valores reais a preços de 1995), 1846 (valores correntes e % do PIB nominal), 2072 (contas econômicas/renda), 2205 (conta financeira), 6726/6727 (taxas de poupança e investimento), 6784 (per capita anual). BCB: SGS 24363/24364 (IBC-Br NS/SA), Olinda (Focus PIB Total). Recessões: cronologia CODACE/FGV-IBRE.
Metodologia. PIB potencial = filtro Hodrick-Prescott (λ=1600) sobre o log do índice de volume. Contribuições ao crescimento: peso nominal t-4 × variação real YoY (importações com sinal trocado); índices de volume encadeados são não-aditivos (o resíduo absorve a diferença — nunca forçamos a soma). Pipeline: data-pipeline/python/build_atividade_pib.py · GitHub Actions atividade-pipeline.yml.
