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PIB — Atividade Econômica

Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, esmiuçadas pelas faces do circuito macroeconômico.

Referência: 2T26 · IBC-Br até 2026-05

PIB 2T26 (QoQ SA)
+0,5%
vs trimestre anterior, com ajuste sazonal
Variação interanual
+2,0%
vs mesmo trimestre do ano anterior
Carrego para 2026
+1,8%
−0,1 p.p.vs mediana Focuscrescimento já contratado com 2 trim divulgados
Acumulado 4 trimestres
+1,9%
ritmo dos últimos 12 meses

Produção

ótica da oferta — quem produz

O tamanho real da economia

Índice de volume com ajuste sazonal (base 1995 = 100): o PIB, sua tendência (PIB potencial, filtro HP) e o investimento (FBCF). Faixas cinzas = recessões CODACE/FGV-IBRE.

Giro 03/09/26Dado T2/26

PIB cresceu 2,0% em 12 meses no 2T26 — maior motor: Exportações (+0,7 p.p.)

O que puxou (e o que segurou) o crescimento? Contribuição ponderada de cada componente em pontos percentuais — as barras somam (≈) a linha do PIB.

Giro 03/09/26Dado 01/05/26

A economia cresceu neste trimestre — e o ritmo está acima do normal?

Painel de cima: variação trimestral com ajuste sazonal (o número-manchete do IBGE) contra a mediana de 10 anos. Painel de baixo: variação interanual, com as recessões datadas pelo CODACE sombreadas.

Variação trimestral (ajuste sazonal)

Variação interanual (YoY)

Giro 03/09/26Dado 01/05/26

O que a prévia mensal indica para o PIB do trimestre corrente?

IBC-Br (proxy mensal do BCB) e PIB oficial, ambos com ajuste sazonal e rebasados para média de 2019 = 100. O PIB entra em degraus no mês central de cada trimestre.

IBC-Br mai/26 (MoM SA)

+0,07%

vs mês anterior

YoY (mm3)

+1,7%

tendência interanual suavizada

3m/3m anualizada

+2,9%

ritmo trimestralizado (SAAR)

Giro 03/09/26Dado 01/05/26

Quais setores sustentam a oferta da economia?

Índice de volume com ajuste sazonal, rebasado para média de 2019 = 100 — quem já recuperou (e superou) o pré-pandemia.

Giro 03/09/26Dado 01/05/26

Onde está o crescimento — e onde não está

Mapa de calor: 4 medidas de variação × os 17 setores da oferta no 2026-T02. Verde = expansão, vermelho = queda; a intensidade é a magnitude.

AgroIndústriaExtrat.Transf.Eletr.Constr.ServiçosComércioTransp.InfoFinanc.Imob.Out.serv.Adm.púb.VAImpostosPIB
QoQ SA
+2,8
+0,1
+3,4
−0,4
−1,1
−0,4
+0,2
0,0
+1,1
+2,1
−0,3
+0,2
0,0
−0,4
+0,5
+0,5
YoY
+6,8
+1,5
+12,0
−0,9
−0,5
+1,0
+1,5
+0,9
+1,2
+8,4
+1,0
+2,2
+1,1
+0,9
+1,9
+2,5
+2,0
Acum 4T
+6,2
+1,4
+12,2
−1,1
−0,6
+0,3
+1,7
+0,8
+2,0
+7,1
+2,2
+2,3
+1,7
+0,8
+1,9
+1,7
+1,9
Acum ano
+3,6
+1,6
+12,5
−0,9
−1,1
+1,1
+1,8
+1,0
+0,9
+8,0
+1,9
+2,6
+1,7
+1,0
+1,9
+2,2
+1,9
Giro 03/09/26Dado T2/26

Quanto cada setor pesa no PIB

Participação no PIB nominal (% do valor) no 2T26 e a variação do peso, em pontos percentuais, frente a dez anos atrás. Verde = ganhou espaço; vermelho = perdeu.

SetorPeso no PIBΔ vs 2T16
Valor adicionado a preços básicos
85,8%
−0,70 p.p.
Serviços total
59,2%
−3,23 p.p.
Indústria total
20,6%
+2,24 p.p.
Outros serviços
15,0%
−0,05 p.p.
Impostos líquidos sobre produtos
14,2%
+0,70 p.p.
Admin, saúde, educação públicas
13,6%
−1,16 p.p.
Indústria de transformação
11,6%
+0,64 p.p.
Comércio
9,6%
−1,35 p.p.
Atividades financeiras
7,5%
+0,72 p.p.
Atividades imobiliárias
7,4%
−0,99 p.p.
Agropecuária
6,0%
+0,29 p.p.
Indústria extrativa
3,9%
+3,15 p.p.
Informação e comunicação
3,1%
+0,32 p.p.
Construção
3,1%
−1,36 p.p.
Transporte e armazenagem
3,0%
−0,73 p.p.
Eletricidade, gás e água
2,1%
−0,19 p.p.

Variação do peso entre 2T16 e 2T26, em pontos percentuais do PIB nominal.

Giro 03/09/26Dado T2/26

Serviços dominam a estrutura da economia

Peso de cada setor no PIB nominal (2T26): serviços × indústria × agro × impostos, e o detalhe dentro de serviços.

Grandes setores (% do PIB)

  • Serviços59,2%
  • Indústria20,6%
  • Impostos s/ produtos14,2%
  • Agropecuária6,0%

Dentro de serviços (% do PIB)

  • Outros serviços15,0%
  • Adm., saúde, educ. púb.13,6%
  • Comércio9,6%
  • Atividades financeiras7,5%
  • Atividades imobiliárias7,4%
  • Informação e comunic.3,1%
  • Transporte3,0%
Giro 03/09/26Dado 2T26

PIB a preços de mercado sob a lupa

Escolha o recorte da oferta e a transformação: nível (índice de volume SA ou R$ reais de 1995), ritmo (YoY, acum 4T, QoQ SA) ou peso na economia (% do PIB nominal). Faixas cinzas (só nos níveis) = recessões CODACE/FGV-IBRE.

Giro 03/09/26Dado T2/26

Tabela mestra da oferta — 2T26

Os 17 setores da oferta (ordem da SCN) × nível, variação e peso, no trimestre mais recente. Nas taxas, verde = expansão e vermelho = queda; PIB, valor adicionado e impostos em realce.

SetorÍndice vol. SAR$ real SA (mi)YoYAcum. 4TAcum. anoQoQ SAPeso %PIB
Agropecuária307,427.191+6,8%+6,2%+3,6%+2,8%6,0%
Indústria total147,060.643+1,5%+1,4%+1,6%+0,1%20,6%
Indústria extrativa294,43.246+12,0%+12,2%+12,5%+3,4%3,9%
Indústria de transformação116,529.900−0,9%−1,1%−0,9%−0,4%11,6%
Eletricidade, gás e água216,38.077−0,5%−0,6%−1,1%−1,1%2,1%
Construção159,417.161+1,0%+0,3%+1,1%−0,4%3,1%
Serviços total206,7212.075+1,5%+1,7%+1,8%+0,2%59,2%
Comércio171,623.900+0,9%+0,8%+1,0%0,0%9,6%
Transporte e armazenagem174,79.071+1,2%+2,0%+0,9%+1,1%3,0%
Informação e comunicação499,918.538+8,4%+7,1%+8,0%+2,1%3,1%
Atividades financeiras250,440.306+1,0%+2,2%+1,9%−0,3%7,5%
Atividades imobiliárias241,336.309+2,2%+2,3%+2,6%+0,2%7,4%
Outros serviços207,547.995+1,1%+1,7%+1,7%0,0%15,0%
Admin, saúde, educação públicas161,841.220+0,9%+0,8%+1,0%−0,4%13,6%
Valor adicionado a preços básicos195,0297.676+1,9%+1,9%+1,9%+0,5%85,8%
Impostos líquidos sobre produtos+2,5%+1,7%+2,2%14,2%
PIB a preços de mercado198,2349.886+2,0%+1,9%+1,9%+0,5%
Giro 03/09/26Dado T2/26

Demanda

ótica da despesa — quem gasta

A corrida dos componentes da despesa

Índice de volume com ajuste sazonal de cada peça da demanda, rebasado para a média de 2019 = 100 — a trajetória de cada componente desde o pré-pandemia, com o PIB (tracejado) como régua. Importações como volume = demanda interna por bens de fora (alta = mais vazamento).

Giro 03/09/26Dado 01/05/26

Estrutura da demanda: pesos no PIB

Quanto cada componente da despesa pesa no PIB no 2T26, na identidade C + G + I + X − M. Barras ordenadas pela magnitude do peso. Importações entram subtraindo (vazamento, em vermelho).

Peso no PIB nominal

  • Consumo das famílias61,7%
  • Consumo do governo19,5%
  • Exportações17,5%
  • Importaçõesvazamento (−)16,2%
  • Formação Bruta de Capital Fixo16,1%
  • Variação de estoque1,5%
Giro 03/09/26Dado T2/26

Abertura comercial: exportações, importações e saldo externo

Exportações e importações como % do PIB nominal e o saldo (X − M) em pontos percentuais do PIB. Saldo acima de zero = superávit comercial de bens e serviços nas Contas Nacionais.

Giro 03/09/26Dado T2/26

Consumo das famílias sob a lupa

Escolha o componente da demanda e a transformação: nível (índice de volume SA ou R$ reais de 1995), ritmo (YoY, acum 4T, QoQ SA) ou peso na economia (% do PIB nominal). Faixas cinzas (só nos níveis) = recessões CODACE/FGV-IBRE.

Giro 03/09/26Dado T2/26

Tabela mestra da demanda — 2T26

Os 6 componentes da demanda (ótica da despesa, ordem da SCN) × nível, variação e peso, no trimestre mais recente. Nas taxas, verde = expansão e vermelho = queda. Importações entram como vazamento (alta subtrai do PIB).

ComponenteÍndice vol. SAR$ real SA (mi)YoYAcum. 4TAcum. anoQoQ SAPeso %PIB
Consumo das famílias208,3234.184+0,5%+0,9%+1,1%−0,4%61,7%
Consumo do governo167,461.847+3,1%+2,8%+2,9%+0,4%19,5%
Formação Bruta de Capital Fixo183,665.739+1,4%−0,2%0,0%+1,2%16,1%
Variação de estoque1,5%
Exportações402,453.467+3,8%+8,0%+5,5%−0,8%17,5%
Importações328,854.877+5,5%+2,1%+3,4%+1,8%16,2%
Giro 03/09/26Dado T2/26

Renda

distribuição da renda, poupança e investimento

Da produção à renda disponível

Cascata das contas econômicas integradas no 2T26, em % do PIB. Cada real produzido (PIB = 100) percorre a sequência contábil até sobrar (ou faltar) financiamento. Verde soma, vermelho subtrai.

PIB
100,0
Renda do exterior (salários + propriedade)
−2,44
Renda nacional bruta
97,6
Outras transferências correntes (líq.)
+0,19
Renda nacional disponível bruta
97,8
Despesa de consumo final
−81,16
Poupança bruta
16,6
Investimento (FBC) e contas de capital
−17,65
Capacidade / necessidade de financiamento
-1,1
Conta% do PIB
PIB100,00
(+) Salários (líq. do exterior) (+) Rendas de propriedade (líq. do exterior)−2,44
Renda nacional bruta97,56
(+) Outras transferências correntes (líq. do exterior)+0,19
Renda nacional disponível bruta97,75
(−) Despesa de consumo final−81,16
Poupança bruta16,59
(−) Formação bruta de capital (+) Cessão de ativos não financeiros não produzidos (+) Transferências de capital (líq.)−17,65
Capacidade / necessidade de financiamento-1,06
Giro 03/09/26Dado T2/26

A cunha tributária da estrutura nominal do PIB

Na oferta, PIB = Valor adicionado + Impostos líquidos sobre produtos. Peso no PIB nominal dos grandes setores que produzem o valor adicionado, mais a cunha de impostos, no 2T26.

Peso no PIB nominal — 2T26

  • Serviços total59,2%
  • Indústria total20,6%
  • Agropecuária6,0%
  • Impostos líquidos sobre produtoscunha tributária14,2%

Valor adicionado a preços básicos = 85,8% do PIB; a cunha de impostos líquidos sobre produtos responde por 14,2%. É essa cunha que separa o que os setores produzem (valor adicionado) do PIB a preços de mercado.

Giro 03/09/26Dado T2/26

Parte da renda gerada no Brasil vaza para o exterior

A Renda Nacional Bruta (o que os residentes ganham) fica abaixo do PIB (o que se produz aqui): a diferença remunera capital estrangeiro — juros, lucros e dividendos enviados ao resto do mundo. A linha mostra RNB como % do PIB; tudo abaixo de 100 é renda que escapa.

Vazamento de renda — 2T26

calculado
−2,4 p.p.

Fórmula: RNB / PIB − 100

Quanto a renda dos residentes (RNB) ficou abaixo (negativo) ou acima (positivo) do que a economia produziu (PIB). No Brasil é tipicamente negativo: parte da renda gerada aqui remunera capital estrangeiro e sai do país.

RNB: Renda Nacional Bruta — renda apropriada pelos residentes
p.p.: pontos percentuais do PIB

Componente principal: rendas de propriedade ao exterior

oficial
−2,5 p.p.

Rendas de propriedade líquidas (juros, lucros e dividendos) recebidas do exterior, em % do PIB — o grande motor do vazamento. Salários líquidos do exterior somam +0,0 p.p. e quase não pesam.

Rendas de propriedade: juros, lucros e dividendos pagos/recebidos entre residentes e o resto do mundo
Giro 03/09/26Dado T2/26

A composição da economia se recompõe década a década

Participação de cada subsetor no PIB nominal (% do valor, a preços correntes), trimestre a trimestre. As linhas mostram quem ganha e quem perde espaço — sem ruído dos agregados Indústria/Serviços.

Giro 03/09/26Dado T2/26

Tabela mestra da renda — 2T26

A sequência da renda da economia, do PIB à capacidade (ou necessidade) de financiamento, no trimestre mais recente. Em R$ correntes e como % do PIB; as linhas de resultado (=) destacam cada subtotal da cascata.

ContaR$ milhões% do PIB
Produto Interno Bruto3.425.728100,0%
(+) Salários (líquidos recebidos do exterior)4320,0%
(+) Rendas de propriedade (líquidas recebidas do exterior)-84.027-2,5%
(=) Renda nacional bruta3.342.13397,6%
(+) Outras transferências correntes (líquidas recebidas do exterior)6.5880,2%
(=) Renda nacional disponível bruta3.348.72297,8%
(-) Despesa de consumo final2.780.55881,2%
(=) Poupança bruta568.16316,6%
(-) Formação bruta de capital603.64217,6%
(+) Cessão de ativos não financeiros não produzidos (aquisições líquidas)-893-0,0%
(+) Transferências de capital (líquidas recebidas do exterior)260,0%
(=) Capacidade / necessidade líquida de financiamento-36.346-1,1%
Giro 03/09/26Dado T2/26

Financiamento

como o país se financia (conta financeira)

O Brasil ainda depende de financiamento externo

Capacidade (+) ou necessidade (−) líquida de financiamento da economia (B.9), o saldo da conta financeira desde 2010, em R$ bilhões. Acima de zero, o país é poupador líquido; abaixo, a poupança interna não cobre o investimento e recorre ao resto do mundo.

Giro 03/09/26Dado T2/26

A qualidade do financiamento: o IDP cobre quanto da necessidade?

Necessidade líquida de financiamento (B.9, quase sempre negativa) e Investimento Direto no País (IDP), em R$ bilhões — acumulado de 4 trimestres (fluxo anualizado).

Cobertura atual do IDP sobre a necessidade de financiamento

calculado
158%

Fórmula: IDP ÷ |B.9| × 100 (acum. 4 trimestres)

No 2T26, o IDP cobre mais de 100% da necessidade líquida de financiamento — a economia financia toda a necessidade com capital produtivo estável, o que caracteriza financiamento de qualidade.

B.9: Capacidade (+) ou necessidade (−) líquida de financiamento da economia — saldo das contas externas pela ótica financeira.
IDP: Investimento Direto no País — entrada de capital produtivo (participação/empréstimos intercompanhia); fonte estável de financiamento.
Giro 03/09/26Dado T2/26

Quem financia o país, e com qual instrumento

Entrada de recursos por instrumento financeiro (variação do passivo, soma móvel de 4 trimestres), em R$ bilhões. Barras ordenadas pela magnitude do fluxo. Positivo = captação líquida (entra financiamento); negativo = amortização líquida. F.5 é dinheiro de sócio (equity); F.3 é dinheiro de credor (títulos de dívida).

Entrada de recursos por instrumento (passivo, acum. 4T)

  • F.5 — Participações de capital (equity)sócio (equity)+R$ 371,4 bi
  • F.7 — Derivativos financeiros−R$ 163,5 bi
  • F.3 — Títulos de dívidacredor (dívida)+R$ 163,1 bi
  • F.8 — Outras contas a receber/pagar+R$ 119,2 bi
  • F.4 — Empréstimos+R$ 93,8 bi
  • F.2 — Moeda e depósitos+R$ 17,2 bi
  • F.6 — Seguros e previdência+R$ 0,0 bi
Giro 03/09/26Dado T2/26

A conta financeira fecha o PIB: B.9 por instrumento

Fluxo acumulado em 4 trimestres até 2T26 (R$ bilhões). Para cada instrumento F.1…F.8: ativo (saída), passivo (entrada) e líquido (ativo − passivo). A soma dos líquidos é a capacidade/necessidade líquida de financiamento da economia (B.9).

Líquido por instrumento (= B.9)

  • F.2 Numerário e depósitos+64,1
  • F.1 Ouro monetário e DES+28,9
  • F.6 Seguros e previdência−0,4
  • F.7 Derivativos financeiros−23,0
  • F.3 Títulos de dívida−34,7
  • F.8 Outras contas a receber/pagar−79,5
  • F.4 Empréstimos−89,2
  • F.5 Participações de capital e fundos−165,6
Σ líquidos F.1…F.8
−299,4R$ bi
soma das barras (líquido)
B.9 — necessidade de financiamento
−299,4R$ bi
publicado (SIDRA 2205)
Resíduo da reconciliação
0,0R$ bi
Σ − B.9 (arredondamento)

A barra de cada instrumento é sua contribuição líquida ao B.9. À direita (verde) o instrumento adicionou poupança líquida ao sistema; à esquerda (vermelho) drenou — a soma fecha o B.9 acima.

Giro 03/09/26Dado T2/26

Tabela mestra da conta financeira — 2T26

Cada instrumento financeiro (B.9, IDP e a sequência F.1 a F.8) por aquisição de ativos, emissão de passivos e líquido, no acumulado de 4 trimestres. B.9 e o total em realce; subitens indentados sob o instrumento-pai. Valores em R$ bilhões — B.9 negativo = necessidade de financiamento.

InstrumentoAtivo (R$ bi)Passivo (R$ bi)Líquido (R$ bi)
B.9 — Capacidade (+) / necessidade (−) líquida de financiamento-299,4
IDP — Investimento direto no país473,1
F.1 — Ouro monetário e DES28,9
F.2 — Moeda e depósitos81,317,264,1
F.3 — Títulos de dívida128,5163,1-34,7
F.31 — Títulos de curto prazo10,0-1,311,3
F.32 — Títulos de longo prazo118,5164,4-46,0
F.4 — Empréstimos4,693,8-89,2
F.41 — Empréstimos de curto prazo2,3-60,062,3
F.42 — Empréstimos de longo prazo2,2153,8-151,6
F.5 — Participações de capital e fundos de investimento205,8371,4-165,6
F.6 — Seguros, previdência e garantias padronizadas-0,4-0,0-0,4
F.7 — Derivativos financeiros e opções de compra de ações-186,5-163,5-23,0
F.8 — Outras contas a receber / a pagar39,7119,2-79,5
F.81 — Créditos comerciais e adiantamentos-32,4119,2-151,6
F.89 — Outras contas a receber / a pagar (n.e.)72,1
Total — variação líquida de ativos / passivos301,8601,2-299,4
Giro 03/09/26Dado T2/26

Síntese

expectativas, per capita e o fecho macro

Mercado espera 1,9% para 2026

Mediana das projeções do boletim Focus ao longo do tempo de coleta. A linha navy é o carrego estatístico: o crescimento que o ano já garante se a economia ficar parada daqui em diante.

Giro 03/09/26Dado 28/08/26

Como o crescimento esperado se compara com o histórico?

Barras sólidas: crescimento anual realizado. Barras translúcidas: mediana Focus mais recente, com a dispersão das projeções (±1 desvio-padrão) como whisker.

Giro 03/09/26

O brasileiro médio está ficando mais rico?

Em 2023, o PIB por habitante cresceu +2,8% em termos reais (R$ 51.694 por pessoa no ano). A diferença para a linha do PIB total é o crescimento populacional.

Giro 03/09/26Dado 01/12/23

Análise completa — PIB em quatro transformações

Variação sobre o mesmo trimestre do ano anterior

TrimestreQoQ SAYoYAcum. anoAcum. 4T
2T26+0,5%+2,0%+1,9%+1,9%
1T26+1,1%+1,8%+1,8%+2,0%
4T25+0,2%+1,8%+2,3%+2,3%
3T25+0,1%+1,8%+2,4%+2,7%
2T25+0,4%+2,4%+2,7%+3,3%
1T25+1,3%+3,1%+3,1%+3,6%
4T24+0,1%+3,6%+3,4%+3,4%
3T24+0,9%+4,1%+3,4%+3,1%
Giro 03/09/26Dado 01/05/26
Ficha técnica — fontes e metodologia

Fontes e séries. IBGE/SIDRA — Contas Nacionais Trimestrais (10 tabelas): 5932 (variações), 1620/1621 (índice de volume NS/SA), 6612/6613 (valores reais a preços de 1995), 1846 (valores correntes e % do PIB nominal), 2072 (contas econômicas/renda), 2205 (conta financeira), 6726/6727 (taxas de poupança e investimento), 6784 (per capita anual). BCB: SGS 24363/24364 (IBC-Br NS/SA), Olinda (Focus PIB Total). Recessões: cronologia CODACE/FGV-IBRE.

Metodologia. PIB potencial = filtro Hodrick-Prescott (λ=1600) sobre o log do índice de volume. Contribuições ao crescimento: peso nominal t-4 × variação real YoY (importações com sinal trocado); índices de volume encadeados são não-aditivos (o resíduo absorve a diferença — nunca forçamos a soma). Pipeline: data-pipeline/python/build_atividade_pib.py · GitHub Actions atividade-pipeline.yml.